Meetups… Meetups… and Volunteer job

In 2013 I used for the first time meetup.com, I was in San Francisco for me was the best opportunity to visit some companies and practice my listening skills. Because the meetups are organized for companies like Google, Microsoft, Facebook, Github.  But my favorite meetups was the language exchange meetups, was the best experience meet people from different countries, was an opportunity to know I a little about different cultures.

2016 I arrived in Dublin and the platform still useful, but here in Dublin has some differences between San Francisco, the first thing the city are totally different, San Francisco has more Asians students, Dublin is full of Brazilians.

For me, the language exchange doesn’t work like San Francisco, because here in Dulin 90% of the group are Brazilians with a beginner or intermediate level. In San Francisco was common find an American trying to learn: Portuguese, Japanese or Spanish. Here is not common Irish engaged with this kind of event.

If you want to practice your conversation skill, try surf groups, running groups or dancing groups. These groups there are more native speakers than a language exchange group. Volunteer jobs also are a great opportunity to integrate with the local culture.

If you are a developer like me, there are more tips for you; the first some IT events need Volunteer, for example, WordCamps.

You can search for WordCamps next to you here:
https://central.wordcamp.org/schedule/

Social media week it is an event about marketing also is possible work as a volunteer:

Get Involved

One Month ago, I started a new volunteer as a teacher in a Coder Dojo in Dun Laoghaire:

https://zen.coderdojo.com/dojo/ie/dun-laoghaire/digital-dun-laoghaire

Basically, I’m teaching programming for children between 07 and 11 years old. It’s is a great opportunity to be integrated into the local community. There we use Scratch, It’s a drag-and-drop code tool, perfect for teaching children because is so visual.

During the Dojo, the children choose the challenge to code using a guide called sushi card.

http://kata.coderdojo.com/wiki/Scratch_Path

The coder dojo Dun Laoghaire happen every Monday at Starbucks Marine Road (beside Nando’s). For me it’s one the best activities during my week, the children are so nice and have the feeling that I’m contributing to something.

Actually, we need more mentors if you are interested just fill the form to be a volunteer: https://coderdojo.com/volunteer/

First month again

Here I’m again, my second first month in Dublin. The first time as a student, eight months living in Dublin was a great experience. Broke some concepts and rebuilt me again, an exchange after 30 years was a great experience. One day I told to a friend “we don’t travel abroad, we travel internally in ourselves”. Get out of the comfort zone make us look for ourselves in a pure state, we are abroad without family, friends and masks that we were building during years trying to be someone that we want to be, but sometimes not exactly who we are.

Now it’s a new time, After two months waiting for my visa, I  started to work in a digital agency Inspiration Marketing. Now I already know the city, understand how the city works, how the seasons works here, we are like old friends. But now I have a different feeling, the relationship between Dublin and me have another meaning. I have the possibility to make real plans, with a job it’s possible to make plans for a long time.

Every day wake up at 6:45 AM, prepare my lunch, take the DART to my job, work the whole day and back top home. The classes are substituted for normal work days, but I still learn the routine with native speakers are totally different than students. My team is so patient they know “I’m not a native speaker.”

During the first days; I figured out that I didn’t see so much the city like when was a student, the time for entertainment it’s more restrict, but It’s not so bad I have more time to planning my trips and my routine in Ireland.

It’s just a begin, I’m happy about everything and waiting the whole new experiences that will come.

5 coisas que você deve saber antes de se mudar para Dublin

A quase um ano cheguei em Dublin, nesse post vou listar as 5 coisas que notei como Brasileiro logo quando cheguei aqui na terra da Esmeralda. Não são necessáriamente pontos positivos ou negativos são apenas particularidades no meu ponto.

1 – Guarda chuva não funciona aqui

Quando vir para Dublin traga casacos à prova d’agua essa é a melhor opção(vai por mim), além de chover quase todo dia os ventos são muito fortes, ou seja seu guarda-chuva se não tiver cuidado vai durar poucos dias. Não estou brincando oficialmente chove metade do ano.

2 – A balada acaba cedo

Uma coisa que achei estranho quando cheguei aqui, você pensa que todo lugar é igual ao brasil, onde você se prepara para sair depois as 23h, veio para Dublin: Esqueça isso.

Pubs e baladas aqui acabam no máximo 2:30, ou seja, se quer curtir a noite você vai precisar mudar de hábito. Mas isso é bem comum na Europa e em outros paises. Poucas são as cidades que a noite passa das duas horas da manhã. Não só balada mas também os estabelecimentos comerciais também fecham cedo, mas nada tão grave com o tempo vc se acostuma.

3 – Dificilmente você vai morar sozinho

Caso venha como estudante será uma loteria achar um local barato e que aceite estudante. Primeiro Dublin vive uma crise imobiliária, hoje tem mais gente que casa para alugar na cidade isso causou um crescimento absurno no custo com aluguel.

Segundo ponto anos atrás era possivel fazer contratos de seis meses, mas com o aumento da procura as imobiliárias só aceitam contrato de 12 meses no mínimo. Isso corta as possibilidades dos estudantes que só possuem no papel 8 meses de visto(claro vc pode renovar), mas as imobiliárias falam: o que garante que você vai renovar. Ou seja venha preparado para dividir casa ou ap. Se o objetivo é estudar inglês, dividir casa com estrangeiros vai ajudar no seu desenvolvimento.

4 – Você não está 100% seguro

A criminalidade aqui existe mas é bem menor que países como o Brasil, mas tretas acontecem aqui. Pequenos furtos e roubo de bicicletas são os fatos mais comum. Se anda em regiões centrais com bastante movimento cuidado com carteiras e mochilas.

5 – Aqui tem muito Brasileiro

Brasil é responsável por 22% dos estrangeiros na Irlanda, boa parte residente em Dublin, Dublin tem mercado brasileiro(melhor coisa para fazer um churrasco brasileiro), restaurante brasileiro, aula de jiu jitsu, coxinha, pão de queijo, pub com noite de forró, pub com noite de roda de samba. Você nunca vai sentir saudade do Brasil aqui.

 

Back to Dublin

Was a long wait after a period of two months in Brazil now I’m back to Dublin, but during this time visited some friends and stay close with my family. This break happens because I was waiting for my work permit in Ireland.

How was in Brazil?

But was a good time to see that something never changes in Brazil and another that I didn’t spect started to change. I meet some friends that are trying make the difference in some cities. There is a development about IT in Caruaru my hometown that I was proud to discover it, but the city is ten years late, there are plans to make a technological park, but this thing must do ten years ago, and I hope this project turns reality.

The return

After a huge holiday, I’m back to Dublin; this time is different. I’m not a student now; I have a job and a routine. Now my life is entirely different even I live in the same city and the same house. Sometimes I looked to some students comes a nostalgic feeling, but this time pass and now started a new cycle.

I begun to work in a digital agency called Inspiration.ie the company is specialised in WordPress websites it’s good to come back to a digital agency in another country it is a new experience.

Next steps

My plan for this year is to improve my skills, participate more in the European WordPress community. Continue to be a volunteer in the events around Europe and started more personal projects, use more new stuff like Angularjs 2 and React.js.

Meu Primeiro dia na Irlanda

Numa manhã de quinta-feira às 6:40 o despertador toca, levanto para o meu primeiro dia na Irlanda, tomo café ponho minha roupa às 7:30 desço a Parnell Street sentido O’Connel Street, olho para as pessoas na rua, vejo um casal que se despede e tomam sentidos opostos, talvez vão para o seus respectivos trabalhos. Ando mais alguns metros e cruzo uma moça oriental com um carrinho de bebê toda atabalhoada, dou um sorriso sem resposta, nada fora do normal orientais as vezes são bem fechados.

Chego na O’Connel Street uma das principais ruas, olho para o The Spire aquela estrutura metálica no meio da cidade sempre contrastando com toda aquela arquitetura antiga, numa manhã relativamente quente com seus 14 graus sigo para meu destino. Observo algumas pessoas se arriscando com menos casacos, penso “realmente começou a primavera”. Cruzo o rio Liffey e sempre olho para o prédio da Heineken que sempre me passa uma mensagem ousada e desafiadora estar justamente no meio da terra da Guinness.

Às 7:50 chego ao meu destino o prédio da imigração Irlandesa. Sim! “Hoje é o dia” de tirar meu visto de estudante, a fila já contornava o quarteirão quase com uma volta completa, vou caminhando tentando achar o final da fila e começo a escutar vários idiomas russo, português e espanhol. Olho para toda aquela turma bem compactada tentando fugir do vento frio. Às 8:00 a fila começa a andar, cada vez mais ansioso.

Após 40 minutos pego minha senha de número 171, com um leve sorriso me dou conta que algumas piadas só fazem sentidos em locais específicos nesse caso, para nós brasileiros. O atendente confere meus documentos e pede para voltar às 14:00 da tarde.

number 171

Vou para escola mas foi quase possível estudar, tento me concentrar mas só tenho cabeça para resolver a questão do meu visto. Os minutos vão se arrastando, uma hora minha classmate começa a brincar perguntando se eu não tinha dormido na noite anterior, respondo que vou resolver uma questão que já estava incomodando a algum tempo. Não aguento a aula terminar peço para sair meia hora antes da aula terminar sigo pra casa para almoçar antes de voltar na imigração.

Pego um cartão de débito com meu amigo Caio para pagar o meu visto, já que ainda não tenho conta no banco. Caio também me ajudou a comprovar os 3mil euros um processo meio complicado aqui na Irlanda que tinha falado no post anterior (consegui comprovar o valor depositando na conta do Caio e retirando um Bank Draft). Com o cartão em mãos, sigo para a imigração chegando lá a fila já estava no número 151. Trinta minutos depois minha senha é chamada e um atendente simpático pede os documentos necessários e o pagamento do visto no valor de 300 euros, lembrar que este valor só pode ser pago com cartão de débito irlandês. Tiro minhas digitais e sou avisado que tenho que aguardar o meu GNIB (o Visto de estudante). Às 18h saio do prédio da imigração com minha carteirinha e menos 100 quilos das minhas costas.

Que não acompanhou os posts anteriores, já estou na Irlanda a mais de um mês e durante esse tempo os bancos e governo mudaram as regras para abrir conta em banco, isso acabou prejudicando os estudantes que chegam no país sem nenhum comprovante de residência, foi mais de um mês tentando, entender as novas regras, varias tentativas de abrir uma conta no banco e achar uma alternativa para tirar o GNIB. As regras para estudantes na Irlanda estão ficando cada vez mais restritas, mas essa nova regra tinha relação com os problemas de lavagem de dinheiro. A solução veio por conta própria, a agência Global não ajudou em nada, a escola ATC também bem perdida pouco se mexeu para dar uma solução.

A sensação de quando peguei o GNIB foi que a minha viagem tinha começado naquele momento. Resolvido essa questão poderia apenas me preocupar com os estudos, pegar um emprego part-time, poderia viajar para qualquer lugar e garantir minha estadia por 8 meses. Após sair da imigração, fui encontrar meus classmates em um pub muito legal chamado The Breazen Head, conversando com meus colegas todos tinham a mesma sensação da experiência do antes e depois do GNIB. Assim a noite terminou com muitas gargalhadas, pints e músicas.

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Why Dublin?

No ano passado decidi dar um tempo em São Paulo, queríamos um lugar para incrementar o inglês e ter uma experiência diferente. Pesquisei bastante com minha esposa vimos vários “vlogs” sobre pessoas que moram em outros países, Canadá, EUA, Austrália e Dublin.

Canadá possuía os pontos positivos em qualidade do ensino, facilidade de uma possível cidadania, falaram muito bem do povo canadense, possuem ótimas cidades para morar. Os contras eram o clima sempre frio, as dificuldades de trabalhar durante os estudos (você pode trabalhar 20 horas em categorias específicas), tempo para tirar o visto de estudante, valor que você precisa levar para garantir sua estadia. Em Dublin por exemplo, você precisa de de 3.000 euros para tirar o visto de estudante por 8 meses, no Canadá o mesmo período preciso comprovar 6.700 dólares canadense, na época que pesquisamos o dólar canadense operava acima de 3 reais. Então hoje isso seria Canadá: (6.700 * 2.8 = R$ 18.760) e Dublin(3.000 * 4.07 = R$ 12.210).

EUA ficou em terceiro, mas a sairia muito caro passar 8 meses sem trabalhar. O custo de vida seria mais alto que nas duas primeiras opções e existem muitas barreiras para se conseguir um trabalho lá. Não é impossível conseguir algo legalmente, mas exigiria um esforço maior.

Austrália tem ótimo clima, facilidade de arrumar trabalho, todos amigos que foram pra lá tem seu emprego e estão super felizes. O contra é a super distância entre o Brasil.

Então depois de alguns meses recolhendo informações e fazendo conta com o nosso orçamento a cidade escolhida foi Dublin, nunca vou esquecer a pergunta que meu antigo gestor do elo7 fez você vai passar 8 meses num lugar que nunca foi, depois de muita pesquisa estava seguro com a decisão mesmo nunca indo na cidade antes.

Why Dublin?

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Pontos negativos

Primeiro vamos começar inicialmente pelos contras, clima: chove praticamente metade do ano (um sinal disso foi minha professora comemorando que fazem 11 dias que não chove. Isso mesmo, 11 dias). Inverno fica entre -3º e 3º e no verão fica na casa dos 15º-19º. Claro que inverno possuem dias que ficam abaixo dos -3º e verão tendo dias que ficam acima dos 19º, por exemplo, agora é começo da primavera na Irlanda a temperatura fica entre 6º e 11º(já estou me acostumando).

Além do clima, as pessoas reclamavam muito sobre a qualidade do ensino, pois antes de 2014 estudar inglês na Irlanda era uma máquina de visto: cada esquina tinha uma escola e com o visto de estudante, na época, você poderia trabalhar 40 horas por semana, uma jornada de trabalho normal. Muitos alunos se matriculavam para ter apenas o visto. Para as escolas mal intencionadas, isso era ótimo, pois ganhavam pra não dar aula para mais da metade dos alunos.

O governo “caiu em cima” mudou a regra para o visto de estudante, agora só é possível trabalhar 20 horas por semana a fiscalização está mais intensa sobre o desempenho dos alunos. Na parte das escolas muitas foram fechadas, foram criadas regras para as escolas melhorarem a qualidade do ensino e dado um prazo para elas se adequarem, várias que não atingiram um padrão de qualidade aceitável e foram fechadas isso deu dor de cabeça em muita gente que estava estudando aqui no dia seguinte você descobre que sua escola foi fechada, conheço gente que passou por isso, mas o governo realocou essa galera.

Brasileiros

Outro tema bastante comentado é a presença de brasileiros na cidade e a resposta é SIM, tem muito brasileiro andando pelo centro da cidade e é quase impossível andar uma quadra sem escutar alguém falando português. A sua grande maioria se concentra próximo as escolas, na região central da cidade, aumentando ainda mais a sensação da cidade ser tomadas por brasileiros. Nas regiões periféricas já é diferente a situação.

Em 2015 a Irlanda recebeu 96 mil estudantes sendo 16% deles brasileiros. É o país número um em vistos de estudantes na Irlanda, ou seja, mais de 15 mil brasileiros desembarcam por ano na Irlanda. Mas Fellyph porque reclamar disso? Você vem estudar inglês, você precisa ter uma vivência no idioma!

Sotaque

Por último, o sotaque irlandês os primeiros dias você cruza com algumas pessoas que tem que forçar a entender o que elas falam, mas é igual a qualquer lugar do mundo, por exemplo, no Brasil tem gente que você pergunta se ela realmente fala português. Mas uma coisa que notei na minha escola foi que os professores tem sotaque quase zero. Conversando com outros colegas, eles também não sofrem, acho que eles treinam para tirar vícios locais. O verdadeiro problema é na rua, mas não é uma regra geral, pois 80% eu entendo bem. O vídeo abaixo é de um grupo local que brinca com o sotaque da região:

Pontos Positivos

Vamos falar do lado bom da coisa, primeiro você está na Europa: o velho mundo é fantástico, a riqueza da cultura foi um fator de desempate com outras cidades, além da segurança e arquitetura local. E o melhor de tudo que viajar dentro da Europa é muito fácil, pois existem várias companhias de baixo custo. Na primeira semana comprei uma passagem para Londres (vou para o WordCamp London) por menos de 40 euros. Promoções como essa são fáceis de achar.

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Custos

Segundo, o custo foi quase 40% menor que se fosse para o canadá, por exemplo. Terceiro a facilidade do visto: ele é feito depois que você chega na Irlanda e você só precisa de uma carta da escola, seguro saúde do período que você vai ficar, 3.000 euros – esse dinheiro você irá gastar para sobreviver aqui, ele é seu, o governo só precisa saber se você não veio na louca – (o ideal é trazer mais que esse valor), uma comprovação da sua passagem de volta. Quarto ponto positivo é o sistema de transporte público que é muito bom, mas dependendo da região que você more da pra fazer tudo andando. Se comparado a São Paulo, a cidade é bem pequena, possui 500 mil habitantes.

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Silicon Docks

E por último, um fator bem particular pra mim é que em Dublin existe o Silicon Docks uma região que abriga várias empresas de tecnologia como Amazon, Google, Facebook, Linkedin, AirBnb, Etsy, Gilt, Zynga entre outras empresas. Isso cria um ecossistema bem dinâmico pra que é da área. Só em ter a possibilidade de estar em contato com essas empresas, participando de eventos com várias experiências de empresas desse porte, é algo bem válido. Abaixo uma imagem de algumas empresas e institutos de tecnologia que estão em Dublin.

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Esses foram os principais motivos que me levaram a escolher Dublin. São pontos bem pessoais. Isso não é uma regra que não se aplica a todo mundo. Já se passaram duas semanas aqui estou curtindo bastante a cidade, até agora valeu a pena toda pesquisa pré se encaixou perfeitamente no que estou vivendo.